Autódromo de Jacarepaguá: Patrimônio do Esporte Brasileiro

Memória viva do Autódromo de Jacarepaguá

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Destrói tudo agora? Ou destrói aos pouquinhos?

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Desde 2008 quando este blog começou a divulgar um abaixo assinado em apoio a CBA pela permanência do Autódromo de Jacarepaguá, nada foi tão negativo para o destino do mesmo quanto a pretensa “inauguração” de ontem. Ou, como disse o jornal O Globo que poderia perfeitamente substituir o o Diário oficial do Município do Rio: o lançamento da pedra fundamental das obras no autódromo. Tiveram que inventar um nome complicado como este porque não existia nenhuma obra até aquela data.  O que o telejornal RJTV mostrou foram 3 operários laçando as arquibancadas com uma corda, um discurso de Nuzman com ½ duzia de atletas e Eduardo Paes ao fundo. DEPRIMENTE!

Bem, este não seria um fato para preocupação, pois o discípulo Eduardo Paes demonstra ter aprendido bem a lição de seu mentor Cesar Maia e, em época de eleições, não se cansa de lançar factóide. Como bom aluno ele faz até melhor que Maia e encena para a Globo aquilo que será manchete no dia seguinte. Não se preocupa nem com as outras emissoras e com os outros jornais porque elas repetirão aquilo que o seu “Diário Oficial”, muito bem pago, disser.

O que deve ser  motivo de preocupação para nós neste momento é:  o silêncio da CBA e da FAERJ. Alguém poderia dizer: foram pegos de surpresa. MENTIRA!

Vamos aos fatos:

Durante o tempo em que CBA fez valer o acordo  e resistiu as investidas do prefeito do Rio de Janeiro, não permitindo que tocasse no Autódromo de Jacarepaguá, reacendeu as esperanças do automobilismo carioca. Por outro lado… Enquanto houve o impasse, o passe da CBA e da FAERJ ficou valorizado!

A coisa começou a degringolar a partir daquela reunião que aconteceu em Brasília com a presença de 3 ministros, representantes do governos estadual e municipal. A conversa começou a mudar, quiseram desqualificar o acordo com argumentos fajutos, aceitaram pretenso cronograma, até que a  bomba estourou ontem.

No jornal O Globo hoje, Luis Magalhães afirma em meio a um monte de sandices que a concessionária Rio Mais vai demolir até maio de 2013 todas as estruturas do Autódromo de Jacarepaguá. A pista e o restante das estruturas começam a ser derrubadas no fim deste mesmo ano.

Pera aí, mas que conversa é esta? A quem eles pensam que enganam? Se o autódromo de Deodoro não está pronto, aliás não tem nem sinal dele, não tem que permitir que se destrua nem um tijolo de Jacarepaguá!

Esta história cheira mal, parece aquela do estupra, mas não mata, ou melhor, está na cara que na reunião de Brasília, ou noutra qualquer, foi combinado  que se o Autódromo de Jacarepaguá fosse destruído aos pouquinhos ninguém poderia culpar estas duas entidades.

Uma OVA!

O fato do  Autódromo de Jacarepaguá ser destruído como quer este cronograma não isenta os atuais dirigentes da CBA e da FAERJ, seus advogados e toda esta corja fajuta de aproveitadores de culpa no cartório. Afinal, de maneira nenhuma eles estão de pés atados como querem fazer crer. Se não podem defender o Autódromo de Jacarepaguá peçam demissão de seus cargos que outras pessoas dignas o farão.

Felizmente, eles não conseguirão destruir o automobilismo carioca,  muito pelo contrário, o momento é de união. Portanto, se tudo isto se confirmar é bom que peguem as suas respectivas boladas e sumam daqui o quanto antes.

No próximo post este O Blog vai lançar o concurso: Como transportar um Velódromo nas costas daqui até o Piauí?

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Written by Pescador de informação

8 de Julho de 2012 at 0:40

Para que serve um novo acordo se o primeiro não for cumprido?

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O Rio não pode ficar sem autódromo

 

Prezados leitores,

A campanha O Rio não pode ficar sem Autódromo precisa de apoio. Esta iniciativa foi deflagrada neste fim de semana por André Buriti do Blog SOSAutódromoRJ, durante  a corrida de Fórmula Truck  que aconteceu domingo e a seguir no Twitter através da hashtag #orionãopodeficarsemautódromo.

Para quem não assistiu a corrida nem à transmissão ao vivo da mesma pela Bandeirantes, vamos recapitular: foi aberta um a faixa com a inscrição O Rio não pode ficar sem autódromo Automobilismo também é esporte no grid de largada. Na transmissão, Teo José enfatizou a importância histórica do Autódromo de Jacarepaguá e finalizou com a frase: se era para destruir, porque construir!

Isto foi de importância crucial neste momento em que o Prefeito Eduardo Paes tenta a todo custo empurrar goela abaixo da CBA um  novo acordo, entregando simplesmente um cronograma das obras do Autódromo de Deodoro aos dirigentes da entidade. Segundo matéria do jornal O Globo que pode ser lida aqui  aconteceu uma reunião esta semana com este objetivo. Em resumo ele quer que a CBA libere o Autódromo em troca de um novo acordo. Fez até a promessa estapafúrdia de incluir as corridas no calendário oficial da cidade???? Mas, que corridas? Se destruírem a pista sem construírem outra,  talvez não haja corridas aqui no Rio nunca mais!

Para a comunidade automobilísstica carioca de que serve um novo acordo se o primeiro não for cumprido? Na verdade, ela não pode ficar sem autódromo nem um dia, que dirá meses e anos. De que serviria mais um pedaço de papel?

Esta forma de agir do prefeito o faz parecer um vendedor daqueles que querem passar gato por lebre e cuja principal arma é aquela retórica cansativa e burra. Daqueles que pensam que sua lábia tem o poder de enganar os trouxas. É verdade que algumas vezes eles até vencem pela insistência, mas não convencem, pois, quando isto acontece lá no fundo se tem  consciência de estar sendo levado na conversa.

Diante disto,  pense e diga honestamente se você emprestaria sua bicicleta a Eduardo Paes?

Então, não há motivo para que a CBA caia na sua lábia de vendedor barato. A não ser que haja algo mais neste pacote. Me refiro a propina, dinheiro ou qualquer forma de escambo vantajoso que faça com que os dirigentes da CBA, diretores esportivos, diretores de clubes, advogados, todos eles sejam literalmente comprados!

Bem, não cabe aqui especulações de como isto será ou seria feito, porque haveria muita gente envolvida neste pacote. Além disto, até  o presente momento, a CBA tem demonstrado resistir bravamente às pressões.

Mas, cabe repetir o alerta já feito anteriormente em outros posts, quando foi aberto o abaixo assinado neste blog em 2008 contra a destruição do Autódromo de Jacarepaguá. A propósito, ele continua no link ao lado e se você não assinou ainda que tal clicar e assinar, pois ele nunca esteve tão atual.

Acabar com Jacarepaguá antes de construir um novo autódromo é destruir o automobilismo do Rio de Janeiro! Assim, por enquanto, a comunidade automobilística está confiante, mas em estado de vigília permanente em apoio a sua Federação Estadual e a CBA.

 

 

Written by Pescador de informação

6 de Abril de 2012 at 13:29

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DEU NO NEW YORK TIMES

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A preparação do Rio de Janeiro para os Jogos Olímpicos foi manchete deste prestigiado jornal nesta semana com a matéria entitulada: Moradores de favela desafiam preparação do Rio para se tornar Cidade Olímpica. Clique aqui para ver. Bem grande e divulgada na primeira página, a reportagem é preconceituosa, pois demoniza estes moradores e os apresenta como um obstáculo a esta preparação. Apesar disso, tem o mérito de divulgar que este não é o único problema das Olimíadas cariocas e que a política faz a sua parte em contribuir para os atrasos, com escândalos de corrupção envolvendo funcionários do alto escalão dos esportes.

Especificamente em relação ao Parque Olímpico o jornal destaca a resistência dos moradores de Vila Autódromo como o principal obstáculo à construção do mesmo, passando ao largo do problema do Autódromo e imputando exclusivamente a esta comunidade a culpa pelas coisas não estarem correndo como o planejado.

Em compensação, diz que o governo municipal do Rio de Janeiro pagou a duas empresas imobiliárias mais de US$ 11 milhões para reassentar os moradores da Vila Autódromo e que as duas empresas doaram fundos para a campanha de Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro.

Por outro lado, o site Uol que apresentou uma versão integral da mesma matéria do NYTimes, apresenta a CBA como vilã e como uma segunda ameaça à Prefeitura, numa notícia entitulada “Consórcio e prefeitura ignoram ameaças e preveem obras no Parque Olímpico em 2 meses “.

Gente, que tipo de jornalismo é este que vem sendo praticado no Brasil? Será que existe algum rodízio nas redações que impedem os jornalistas que cobrem determinados assuntos de se aprofundarem sobre os mesmos? Ou, simplesmente, eles copiam os releases que a Prefeitura manda sem questionar e sem acrescentar nada?

Em nenhum momento se disse que tantos os moradores da Vila como o Autódromo já estavam ali há anos quando o COB e a Prefeitura do Rio se candidataram à sede dos Jogos de 2016. Não relembraram sequer 2007 e o maldito PAN. Além disto, não questionam nada os números desta licitação.

Pois desafiamos nossos leitores a fazerem de cabeça a seguinte conta: peguem a soma de quanto valeria hoje o terreno do Autódromo e adicionem R$ 525 milhões (quantia que a Prefeitura vai pagar ao consórcio). A seguir diminua desta soma o valor do que for construído no terreno (as chamadas benfeitorias).

Difícil? É só dar uma olhada ano Projeto do Parque Olímpico e verão que há pouquíssima coisa a ser construída para os Jogos Olímpicos de 2016 e a construção é de responsabilidade da União. A maioria das obras é de preparação do terreno, ou seja, não haveria necessidade de demolir o Autódromo, nem remover a Vila Autódromo para que essas instalações fossem feitas.

Mas, voltemos a nossa conta lembrando que após 2016 todas instalações, inclusive o Velódromo, a Arena e o Maria Lenk poderão ser removidas dando lugar a condomínios de casas e apartamentos para serem comercializados por estas construtoras. Agora conseguiram vislumbrar o quanto elas irão lucrar? A Prefeitura vai lhes pagar para receberem como doação um terreno que é do Estado e construírem com o dinheiro da União. Assim, além de embolsarem R$525 milhões, após 2016 serão legalmente donas do imenso terreno onde está o Autódromo de Jacarepaguá.

Talvez este seja o legado que Nuzman, Eduardo Paes e Cabral tanto mencionam. Pois, passando no nariz de todo mundo uma imensidão de terras públicas para as mãos de particulares, é óbvio que terão também o seu quinhão…

Este sim, será um legado para as gerações futuras (deles) não botarem defeito!

Written by Pescador de informação

7 de Março de 2012 at 16:33

A Justiça tarda mas não falha. Será?

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Desde outubro de 2009 quando começamos este blog em defesa do Autódromo de Jacarepaguá, nenhuma notícia foi tão promissora quanto esta: o acolhimento de 2 liminares para suspender a Licitação do Parque Olímpico. A primeira liminar foi impetrada pela Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro na 5a Vara a pedido da AMPAVA (Associação de Moradores da Vila Autódromo) em defesa de seus moradores e a segunda pela CBA na 6a vara.

No primeiro momento a grande imprensa ignorou o fato, para noticiá-lo somente após os blogs e redes sociais terem comemorado. O grupo UOL foi o primeiro, seguido por outros jornais e depois pelo portal G1 da Globo.

A importância destas duas liminares é grande. Num primeiro momento elas significam mais trabalho para a equipe jurídica da Prefeitura do Rio, mas a longo prazo podem significar a permanência da pista de Jacarepaguá, pois o Prefeito declarou, mesmo que erroneamente, que não destruirá o Autódromo até a construção de Deodoro. Erroneamente, pois o Sr. Eduardo Paes está cansado de saber que a palavra certa não é construção e sim inauguração.

Como a retirada da Vila Autódromo está se tornando praticamente impossível, a manutenção da pista fica sendo uma alternativa viável. A explicação é que, em tese, as construtoras se desinteressariam pela área devido a proximidade da favela e não haveria candidatos para construir o tal Parque, pois sabemos que o real motivo para a saída do Autódromo é a vergonhosa concessão do terreno à iniciativa privada.

Aliás, nunca na história deste país se viu uma licitação tão VERGONHOOOSA! É uma afronta ao povo que padece nas filas dos hospitais e do transporte público desta cidade, a Prefeitura empenhar 1,4 milhões de reais em instalações provisórias para depois ceder um terreno para a vencedora da licitação. É lógico que o terrreno não vale só isto. O troco deste valor, cada um imagine como quiser, mas não esqueçam das campanhas do executivo e legislativo municipal em outubro próximo. Copiaram?

É tudo tão maliciosamente maquiado com o aval da grande imprensa em nome de 15 dias de jogos que dá nojo!

Resta-nos torcer para que o bom senso e honestidade de alguns juízes prevalesçam, agradecer ao empenho de alguns poucos vereadores e deputados ao longo de seus mandatos pela permanência da Vila Autódromo, pois com isto indiretamente acabaram contribuindo para a nossa causa.

Mais que nunca, nós continuaremos a denunciar aqui os abusos comentidos em relação ao patrimônio publico pelo atual prefeito e secretários e apoiar aos companheiros de outros blogs e redes sociais que lutam por estas duas causas.

Para solucionar o impasse e mostrar que não somos contra os Jogos 2016 no Rio, gostaríamos de apelar para o bom senso dos governantes (alô Ministério dos Esportes e APO!) propondo a manutenção da pista, o que não impediria a construção destas tais instalações provisórias para os Jogos. Lógico, que se fizerem isto, tanto a pista quanto a área dos boxes do Autódromo de Jacarepaguá seriam reformadas. Já imaginaram quantos bilhōes de reais seriam economizados?
Mas, enquanto isso não acontece, a Prefeitura deveria honrar o acordo e fazer, pelo menos, uma manutenção preventiva das arquibancadas com a máxima urgência.

Written by Pescador de informação

19 de Janeiro de 2012 at 22:10

O que esperar de um dirigente esportivo?

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Esta semana o meio automobilístico foi surpreendido por um artigo do presidente da CBA Sr. Cleyton Pinteiro publicado no jornal O Globo.
A surpresa se deu em primeiro lugar porque desde que o famigerado Projeto Olímpico para o Autódromo de Jacarepaguá veio a baila, este senhor nunca havia se pronunciado oficialmente a este respeito. Depois, porque já que tomara a atitude de publicar um artigo assinado em um jornal de grande repercussão, esperava-se que suas palavras fossem para tranquilizar o meio. Ao invés disto, foram palavras inócuas e que cobraram apenas o anúncio oficial da construção do novo autódromo. Tenho certeza que para todos que vivem deste esporte no Rio de Janeiro melhor teria sido se ele tivesse ficado calado.
Ora Sr. Cleyton, de anúncios estamos fartos. Desde que o Rio de Janeiro foi declarada oficialmente cidade sede dos Jogos Olímpicos de 2016 nosso meio vive sob uma ameaça constante. Não somos inocentes e sabemos que a CBA tem um acordo judicial firmado em cartório com a Prefeitura do Rio e sabemos exatamente o que isto significa.
Criamos através deste blog um abaixo assinado apoiando sua gestão para que este acordo fosse cumprido na íntegra, pois na ocasião a grande imprensa sequer mencionava o mesmo. Passados dois anos a imprensa não ignora mais este fato. Mas, o senhor parece ignorar o grande trunfo que tem nas mãos ao cobrar apenas um anúncio. Com ele e com o apoio do meio, o senhor tem condições de exigir muto mais. Exigir por exemplo, que só toquem no Autódromo de Jacarepaguá, após o outro estar completamente pronto, não importa quanto tempo isto demore.
Se a licença x, y ou z para a construção lá em Deodoro não está pronta, não é problema seu, nem nosso. Se a Prefeitura do Rio planejou algo que não tem condições de cumprir idem.
O que não pode acontecer em hipótese alguma é a CBA fraquejar e autorizar que destruam Jacarepaguá, sem que o novo autódromo esteja completamente em condições de sediar as provas do automobilismo regional e nacional. Assim, sr. Pinteiro, se o senhor não deseja deixar seu cargo de presidente da CBA com a alcunha de COVEIRO DO AUTOMOBILISMO CARIOCA é melhor que seja mais incisivo em suas palavras e ações!

Written by Pescador de informação

22 de Julho de 2011 at 16:06

Para quem vive de notícia esta é velha. Na real, primeiro é preciso acontecer!

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A imprensa hoje noticiou sem entusiasmo uma reunião em que mais uma vez foi apresentado o projeto do novo Autódromo em Deodoro. Estiveram presentes os presidentes da CBA e da FAERJ, o secretário Municipal de Esporte e Lazer do Rio, Romário Galvão Maia, o secretário nacional de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser e alguns pilotos.
Segundo matéria do site www.brasil.gov.br o Ministério traz para si a responsabilidade pelo projeto, mas não menciona se já houve o empenho da verba, nem de onde sairão os recursos. Nem o prefeito, nem o governador, nem o próprio ministro estiveram presentes a esta reunião. Então, o que há de novo nisso?
Será que este Ministério agora quer imitar os factóides do antigo prefeito César Maia?
Além disto sabemos que este secretário Sr. Ricardo Leyser é o mesmo que foi condenado pelo TCU a devolver dinheiro do PAN 2007, portanto não merece credibilidade. para ler clique aqui.
O que existe de concreto até o momento é o acordo firmado entre a CBA, a prefeitura e o COB e nele está escrito que a CBA não pode entregar o Autódromo de Jacarepaguá até que o novo esteja pronto e funcionando. Deste modo, ficaria mais apropriado se convocassem a imprensa apenas quando isto acontecer de fato!
A intenção deste acordo foi não prejudicar o automobilismo regional. Por mais absurdo que pareça a este secretário existem pessoas, famílias inteiras que a dependem do Autódromo de Jacarepaguá para sua sobrevivência. São pilotos, preparadores e mecânicos que fazem apenas o campeonato regional e arrancada. Não desmerecendo os pilotos que compareceram ao encontro, sabemos que nenhum deles vive exclusivamente do automobilismo carioca.
Assim, todos aqueles que ainda dependem do Autódromo esperam que o acordo seja cumprido na íntegra. Aliás, na última corrida do regional o presidente da FAERJ Sr. Djalma disse para quem quisesse ouvir que caso o acordo não seja cumprido acionará a justiça.

Written by Pescador de informação

31 de Maio de 2011 at 16:38